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Como A Whey É Feita | Uma visita à nossa fábrica

Como A Whey É Feita | Uma visita à nossa fábrica
Monica Green
Escritor1 ano Atrás
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A whey, ou proteína do soro do leite, passa por muitas etapas antes de chegar à nossa parta. Mas como exatamente é que é feita? Como parte de uma nova série de artigos que mostra o que se passa por trás da “cortina”, pedimos ao técnico de produto da Myprotein Paul Smith-Johnson que nos acompanhasse numa visita à nossa fábrica em Warrington no Reino Unido e nos explicasse o processo. A fábrica da Myprotein funciona com a exatidão de um relógio, durante todo o dia, todos os dias, processando centenas de toneladas de proteína whey e produzindo milhares de unidades de produto por semana.

No que toca a sabores, analisamos as tendências dos mercados para criar as nossas ideias mais inovadoras e ousadas (e é claro, damos sempre ouvidos ao que os nossos clientes nos comunicam através das redes sociais, para encontrar ideias para os próximos sabores).

 

https://www.youtube.com/watch?v=PlrStxuCyq0

 

Como é feita a whey?

A viagem começa numa quinta, a partir do leite de vacas leiteiras, as mesmas vacas que produzem o leite e o queijo nos nossos frigoríficos.

O leite é então submetido a um processo chamado pasteurização, que mata bactérias indesejadas, é fervido, arrefecido e transportado para instalações de produção de queijo.

Findo o processo de pasteurização, o leite compõe-se de 80% caseína e 20% whey. Então, a magia acontece: enzimas de ocorrência natural são adicionadas ao leite para separar a whey da caseína, produzindo um líquido e um sólido semelhante ao queijo fresco.

O líquido é então purificado para remover a gordura, água e minerais não-desejados, e depois processado numa turbina para secar e para separar quaisquer partículas sólidas que restem.

O resultado final é um pó que é 90% whey, e que está finalmente pronto para ser transportado até à nossa fábrica em Warrington. Hurra!

 

Etapa 1 – Entrega da whey

Depois de estar na fábrica, a whey é colocada no armazém de matéria-prima, onde mantemos centenas de tipos de proteína e milhares de ingredientes à mão para fabricar os nossos diversos produtos.

Uma amostra de cada lote que chega é submetida a um rigoroso controlo de qualidade no laboratório de matérias não-processadas, para garantir que satisfaz os nossos padrões de qualidade.

 

Etapa 2 – Pesagem

Depois do controlo de qualidade, um operacional dirige-se ao armazém com uma ordem de trabalho e analisa o código do lote. Este código revela-lhe exatamente no que vai trabalhar naquele dia.

Então, transporta os materiais até à sala de pesagem. É aqui que todos os ingredientes são pesados em preparação para a mistura.

Na sala de pesagem, o controlador verifica todos os ingredientes e certifica-se de que todos os alergénios são separados e levados para uma outra sala, para evitar a contaminação cruzada.

 

Etapa 3 – Rasgar e verter

Na estação depois da pesagem, o operacional abre o saco dos ingredientes e verte o conteúdo para um grande contentor intermédio, preparando a fase da mistura.

Todos os ingredientes são passados por uma peneira fina para que possam ser misturados com mais facilidade e produzir um batido muito suave. O operacional deve certificar-se de que os adiciona numa ordem muito específica. Esta ordem é um segredo do ofício bem guardado e é uma das coisas que torna a nossa proteína tão especial, pelo que os nossos lábios estão selados quanto a esse assunto…

Depois de todos os ingredientes terem sido adicionados, o operacional verifica se há quaisquer corpos estranhos. Se for detetado qualquer problema, o departamento de Garantia de Qualidade é notificado e o trabalho é interrompido.

 

Etapa 4 – A grande mistura

O contentor intermédio é basicamente uma enorme taça de mistura. Roda lentamente e metodicamente, garantindo que todos os ingredientes em bruto são misturados consistentemente em todo o lote.

 

Etapa 5 – Hora de embalar

Depois do contentor intermédio ter feito o seu papel, a proteína já misturada está pronta para ser embalada, formando o produto final que é enviado aos nossos clientes.

Em primeiro lugar, a informação nutricional e descrições do produto são impressas nas bolsas, que são depois levadas para a linha de produção em que o lote está à espera para ser embalado.

É feita mais uma verificação para detetar a presença de alergénios antes do produto ser embalado, e é feita uma limpeza a fundo de todo o equipamento usado até este ponto.

O contentor está ligado à máquina embaladora, e as bolsas são enchidas e pesadas. É adicionada a colher e o saco é depois selado a quente e passado por um raio-x para garantir que não contém nada a não ser proteína e a colher.

De seguida, cada bolsa é colocada num saco, mas esta não é ainda o fim da sua viagem. Cada lote é de novo submetido a um controlo de qualidade, incluindo um novo teste de prova, para assegurar que tudo está perfeito. Se for detetado qualquer problema a este ponto, o lote inteiro é interrompido e enviado de novo para a mistura.

E finalmente, depois deste último controlo de qualidade, os sacos estão prontos a serem enviados para a tua morada.

 

Mensagem final

É um processo longo e complicado, mas funciona sem qualquer dúvida como uma máquina precisa. Esperamos que tenhas apreciado esta perspetiva do que acontece por trás de cada saco de proteína que te chega.

Haverá mais desta série de artigos: mantém-te com atenção ao blog para não perderes os seguintes.

 

 

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Monica Green
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